sábado, 10 de julho de 2010

Tanatos

s u l p a
l u s p a
p a l s u
p a s u l
p a s l u
l u p a s
p u s l a
p a l u s
s u p a l
s a p u l
p u s a l
s l a p u
l a p s u
s l u p a
p l a s u
p l u s a
p s a l u
p s u l a
s p a l u
s p u l a
s a l p u


s u l p a l u s p a p a l s u p a s u l p a s l u l u p a s o
p u s l a p a l u s s u p a l s a p u l p u s a l s l a p u o
l a p s u s l u p a p l a s u p l u s a p s a l u p s u l a o
s p a l u s p u l a s a l p u p u l s a p u l s a p u l s a o

domingo, 4 de julho de 2010

[a]sintonia

Quando se é, deixa-se de ser tanta coisa. Melhor mesmo seria não ser, mas como não se pode escapulir deste é, sou isto. Dentro de um, existem vários e tantos e outros universos infinitamente finitos que desabam a cada passada do tempo. Eu, do tipo que corre, foge e se esconde. Não, é bastante, bastantes, ouvir/sentir, mas aquela sinfonia agora já morreu. E tenho todo dever de ser. E tenho todo o direito de deixar de ser.
Não sou, não há, havendo [a]sintonia.