sábado, 20 de novembro de 2010

borda/linha/margem/divisa/fronteira/limite


Eu odeio sentir medo. Medo vertiginoso e aniquilador. Fico trêmula e assustada, a boca seca e o coração palpitante; na cabeça a ânsia pelo que vem depois. Olhando bem, esse niilismo custou os olhos da cara! E agora, além de cega, estou perdida. Depois de tanto pensar, descubro enfim que tudo está, relativamente, bem. Tudo foi apenas um susto. Que susto!


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